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Pré-Enem
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O que eu posso fazer com a média do Enem?


Muitos sabem da importância do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para os estudantes hoje em dia. E como, infelizmente, em nosso país, o sol não nasceu para todos, o principal objetivo da maioria dos estudantes que fazem o Exame atualmente é tentar conseguir uma vaga em universidade pública ou bolsa em instituição de ensino particular.

Mas pouco se fala sobre a real forma de se utilizar a média do Enem, além do ProUni (Programa Universidade Para Todos). Até porque, para participar do ProUni, não é preciso apenas ter feito a prova mais recente do Enem. O Programa reserva bolsas para candidatos que tenham estudado todo o ensino médio em escolas públicas ou particulares com bolsa integral de estudos e que possam comprovar carência financeira.

Não podem participar do ProUni estudantes egressos de instituições conveniadas com governos estatais, municipais e outros órgãos (como escolas do SESI ou do SESC), além de colégios que cobrem qualquer tipo de mensalidade, por mais simbólica que seja (mesmo que seja de R$ 1, por exemplo).

Deste modo, muitos estudantes ficam de fora do ProUni, por ter estudado em uma das escolas citadas acima, ou mesmo em instituição particular com bolsa parcial (apenas um desconto na mensalidade). Mas isso não quer dizer que estes alunos não sejam carentes ou que não necessitem de uma ajuda a mais do Enem.

Vestibular


Todas as universidades e institutos federais, além de algumas universidades estaduais e particulares, utilizam o Enem como critério de seleção de parte ou de todos as vagas dos cursos superiores. A nota do Enem pode ser utilizada como bônus no vestibular, como 1ª fase, para preencher vagas com ou sem o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) e, por fim, como critério único de seleção das vagas remanescentes.

Cada instituição utiliza a média do Enem de um jeito e você pode conferir como isso acontece nos artigos abaixo. Separamos as cinco formas usadas pelas universidades. Ah, mas, em todos os casos, uma coisa é imprescindível: o bom desempenho no Enem. É preciso ter se saído bem no Exame pra conseguir o benefício e uma ajuda no Vestibular!

1 - Enem na 1ª fase


O uso do Exame Nacional do Ensino Médio como uma primeira etapa é mais comum entre as instituições da Região Sudeste. Algumas universidades adotam o Enem de forma obrigatória, enquanto que outras dão a opção pelo aproveitamento ou não do exame.

Na maioria dos casos, o Enem representa a primeira fase de um vestibular com duas etapas. Os candidatos se inscrevem no Enem e no certame da universidade, sendo que a taxa de inscrição desse último é, geralmente, menor em relação aos vestibulares que não aproveitam o exame do Ministério da Educação (MEC).

O Enem como uma das fases não representa, necessariamente, metade da pontuação do processo seletivo. O ponto em comum entre as universidades está no fato de que todos os candidatos realizam a 2ª fase.

Algumas universidades aguardam o resultado do exame do MEC para corrigirem as provas da 2ª fase, ou seja, os candidatos fazem as avaliações da 2ª etapa sem a certeza de que terão as mesmas corrigidas. Neste caso, a instituição determina uma pontuação mínima no Enem para o vestibulando ser classificado.

Universidades que usam o Enem como 1ª fase do vestibular (ano base 2013):


Região Nordeste
UFPE - Universidade Federal de Pernambuco
UPE - Universidade de Pernambuco

Região Norte
UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia

Região Sudeste
UFES - Universidade Federal do Espírito Santo
Unifesp - Universidade Federal de São Paulo (no vestibular misto)

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2 - Enem na complementação da nota do vestibular


O Exame Nacional do Ensino Médio é muito usado como bônus para a pontuação das provas objetivas, geralmente aplicadas como 1ª fase. O candidato opta, no ato da inscrição no vestibular, por usar as notas do Enem para complementar a pontuação obtida nos exames objetivos.

Quando o resultado do Enem é divulgado, a universidade recebe a nota do candidato e compara com a obtida no seu vestibular. Se for maior, o bônus é calculado, caso contrário prevalece apenas a nota do processo seletivo. O benefício pode variar de 10% a 30% da 1ª fase, dependendo da instituição.

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por exemplo, utiliza o Enem como 30% do escore final do vestibular. Veja abaixo como é feito o cálculo no concurso da UFSC com e sem o Enem:

Sem o Enem


NV = (100 x PT) / 105

NV: nota final do vestibular sem o Enem
PT: soma de pontos nas provas objetivas, discursivas e redação

Com o Enem


NF = (7 x NV + 3 x NE) / 10

NF: nota final com o Enem
NE: nota resultante da média aritmética simples das cinco provas do Enem

Enfim, cada universidade tem autonomia para escolher a melhor maneira de usar o Enem. Acessando os artigos das universidades, clicando nas siglas abaixo, você pode conferir como é feito o cálculo da nota final do vestibular que deseja participar.

Universidades que utilizam o Enem como complementação da nota do vestibular (ano base 2013):


Região Centro-Oeste
UFG - Universidade Federal de Goiás

Região Sudeste
Unesp - Universidade Estadual Paulista
Unicamp - Universidade Estadual de Campinas
Cefet-MG - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Região Sul
UFPR - Universidade Federal do Paraná
UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul
UFSM - Universidade Federal de Santa Maria
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina

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3 - Enem no critério único para algumas vagas


Grande parte das universidades destina apenas uma percentagem de vagas para serem ocupadas unicamente pelo desempenho no Enem. Geralmente, estas carteiras são de cursos que não precisam de prova específica. As universidades também optam por este modelo como forma de teste, ou seja, se for bem sucedido ela amplia a oferta no próximo vestibular.

Apesar da adesão do Enem ter crescido muito nos últimos anos, algumas instituições ainda têm receio quanto ao exame. Casos como o roubo da prova, em 2009, lentidão do SiSU e vazamento dos dados pessoais de candidatos são exemplos de falhas que as universidades temem acontecer novamente.

A seleção dessa percentagem de vagas também pode ser feita com ou sem SiSU (leia aqui). Segue abaixo a relação de universidades e institutos que se enquadram neste modelo.

Universidades que aderiram ao Enem como critério único para algumas vagas (ano base 2013):


Região Centro-Oeste:
UnB - Universidade de Brasília
UFG - Universidade Federal de Goiás
IFB - Instituto Federal de Brasília
IFG - Instituto Federal de Goiás
IF Goiano - Instituto Federal Goiano

Região Nordeste:
UNEB - Universidade do Estado da Bahia
UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
UEPB - Universidade Estadual da Paraíba
IFBA - Instituto Federal da Bahia
IFS - Instituto Federal de Sergipe
IFPE - Instituto Federal do Pernambuco

Região Norte:
UFAM - Universidade Federal do Amazonas
UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia
UFRR - Universidade Federal de Roraima
UFT - Universidade Federal de Tocantins
Unifap - Universidade Federal do Amapá
IFTO - Instituto Federal de Tocantins
UEAP - Universidade do Estado do Amapá

Região Sudeste:
UFES - Universidade Federal do Espírito Santo
UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora
UFLA - Universidade Federal de Lavras
UFV - Universidade Federal de Viçosa
UFVJM - Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Muriqui
Unifesp - Universidade Federal de São Paulo
IFMG - Instituto Federal de Minas Gerais
IFNMG - Instituto Federal Norte de Minas Gerais
IFSEMG - Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais
IFSULDEMINAS - Instituto Federal do Sul de Minas
IFF - Instituto Federal Fluminense

Região Sul:
UFPR - Universidade Federal do Paraná
Unioeste - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Udesc - Universidade do Estado de Santa Catarina
IFC - Instituto Federal Catarinense
IFPR - Instituto Federal do Paraná
IFRS - Instituto Federal do Rio Grande do Sul
IFSC - Instituto Federal de Santa Catarina
IFSul - Instituto Federal Sul-rio-grandense
IF Farroupilha - Instituto Federal Farroupilha

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4 - Enem no critério único para todas as vagas


Existem duas formas de as universidades usarem apenas a nota do Enem para selecionarem novos alunos para os cursos superiores. A primeira, e mais usada, é a seleção através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU). A outra maneira é o Instituto Nacional de Educação e Pesquisas Educacionais (Inep) enviar as notas do Enem para as universidades.

Com o SiSU


O ingresso via SiSU é bem simples, pois o candidato não precisa se inscrever na universidade. É exigido somente a inscrição no Enem e, após realizado o exame, o candidato pode acessar o SiSU através do seu número de inscrição do Enem. Geralmente, as inscrições para o Enem abrem em junho e para o SiSU, em janeiro e junho.

Dentro do SiSU o candidato terá acesso a uma lista com todas as universidades que oferecem vagas. Clicando em uma delas é possível visualizar os cursos e a quantidade de carteiras disponíveis. Os vestibulandos podem concorrer a qualquer uma das vagas, mesmo àquelas fora do seu Estado.

Encerrado o prazo para se candidatar às vagas, o sistema é fechado para a formulação das listas de aprovados. O SiSU utiliza unicamente as notas do Enem, mas cada curso pode adotar um peso diferente para as provas. Esse cálculo é feito automaticamente pelo sistema, assim como o bônus do sistema de cotas.

Todas as informações sobre o SiSU podem ser acessadas dentro do site do inep.

Sem o SiSU


Algumas instituições de ensino superior, como a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), preferem não fazer parte do SiSU. Neste caso, os vestibulandos se inscrevem no Enem e também no vestibular da universidade. A diferença está na elaboração da lista de aprovados, que é feita pela própria instituição.

Quando todas as provas do Enem são corrigidas, o Inep envia para as universidades as notas obtidas pelos candidatos que se inscreveram no vestibular. A vantagem é a autonomia da universidade, rapidez na divulgação do resultado e cronograma próprio.

Universidades que aderiram ao Enem como critério único para todas as vagas (ano base 2013):


Região Centro-Oeste:
UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso
UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unemat - Universidade do Estado do Mato Grosso (apenas no 1º semestre)
UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
IFMS - Instituto Federal de Mato Grosso do Sul

Região Nordeste:
UFAL- Universidade Federal de Alagoas
UFBA - Universidade Federal da Bahia
UFRB - Universidade Federal do Recôncavo Baiano
UFC - Universidade Federal do Ceará
Unilab - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
UFPB - Universidade Federal da Paraíba
UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (não utiliza o SiSU)
UFMA - Universidade Federal do Maranhão
UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco
UFPI - Universidade Federal do Piauí
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte
UFS - Universidade Federal de Sergipe
Univasf - Universidade Federal do Vale do São Francisco
Ufersa - Universidade Federal Rural do Semi-Árido
UESC - Universidade Estadual de Santa Cruz
UESPI - Universidade Estadual do Piauí
IFBaiano - Instituto Federal Baiano
IFCE - Instituto Federal do Ceará
IFAL - nstituto Federal de Alagoas
IFMA - Instituto Federal do Maranhão
IFPE - Instituto Federal de Pernambuco
IF Sertão de Pernambuco - Instituto Federal do Sertão Pernambucano
IFRN - Instituto Federal do Rio Grande do Norte
IFPB - Instituto Federal da Paraíba
IFPI - Instituto Federal do Piauí
IFS - Instituto Federal de Sergipe

Região Norte:
UFAC - Universidade Federal do Acre
UFPA - Universidade Federal do Pará (20% pelo SiSU)
UFOPA - Universidade Federal do Oeste do Pará (não utiliza o SiSU)
UNIR - Universidade Federal de Rondônia
UEAP - Universidade do Estado do Amapá
IFAC - Instituto Federal do Acre
IFAM - Instituto Federal do Amazonas
IFPA - Instituto Federal do Pará
IFRR - Instituto Federal de Roraima

Região Sudeste:
UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais
UFSJ - Universidade Federal de São João del-Rei
Unifal - Universidade Federal de Alfenas
Unifei - Universidade Federal de Itajubá
UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto
UFU - Universidade Federal de Uberlândia
UFTM - Universidade Federal do Triângulo Mineiro
UniRio - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
UFF - Universidade Federal Fluminense
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
UFABC - Universidade Federal do ABC
UFSCar - Universidade Federal de São Carlos
IFTM - Instituto Federal do Triângulo Mineiro
IFRJ - Instituto Federal do Rio de Janeiro
IFES - Instituto Federal do Espírito Santo
Cefet-RJ - Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro
UENF - Universidade Estadual do Norte Fluminense
IFSP - Instituto Federal de São Paulo

Região Sul:
UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Unila - Universidade da Integração Latino-Americana (não utiliza o SiSU)
UFCSPA - Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
UFPel - Universidade Federal de Pelotas
FURG - Universidade Federal do Rio Grande
Unipampa - Universidade Federal do Pampa
UFFS - Universidade Federal da Fronteira Sul (não utiliza o SiSU)
UERGS - Universidade Estadual do Rio Grande do Sul
IFPR - Instituto Federal do Paraná

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5 - Enem para vagas remanescentes


Um grupo pequeno de universidades usa o Enem apenas para preencher as vagas remanescentes dos seus processos seletivos. O seu principal representante era a Universidade de Brasília (UnB), mas ela decidiu aderir ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU) para metade das vagas a partir do ingresso para 2014.

Diferente do que alguns imaginam, as vagas remanescentes não são as que sobram da 1ª chamada. São contabilizadas apenas as carteiras restantes após todas as convocações de classificados, ou seja, dos cursos cuja oferta de vagas foi maior do que a quantidade de candidatos não eliminados.

Após a última chamada do vestibular, a universidade divulga um edital com as vagas remanescentes e a forma de concorrer. O candidato só precisa se inscrever informando o número de cadastro no Enem. O resultado sai poucos dias depois, já que não é preciso fazer nenhuma correção de prova.

Universidades que utilizam o Enem para preenchimento das vagas remanescentes (ano base 2013):


Região Centro-Oeste:
UFGD - Universidade Federal da Grande Dourados

Região Sudeste:
PUC-Campinas - Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Região Sul:
UEL - Universidade Estadual de Londrina
Unicentro - Universidade Estadual do Centro-Oeste
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